ANOS DOURADOS: IMAGENS & FATOS
Este blog é uma REVISTA ELETRÔNICA QUINZENAL para a turma dos "ANOS DOURADOS" relembrar e matar saudades da infância e adolescência. E, também (porque não?), para os MAIS NOVOS conhecerem coisas da época e o que se passava naqueles tempos. FOTOS dos símbolos e ícones dos ANOS 50/60 (e dos 40/70), tiradas da WEB e reunidas num só lugar, com algumas informações do PASSADO. CLICAR NAS IMAGENS PARA AMPLIÁ-LAS
sexta-feira, 15 de maio de 2026
DÉCADA DE 60 = VALE A PENA LER DE NOVO: Filme "O Homem Que Matou o Facínora" (1962)
Para que os nossos cinéfilos de plantão possam recordar um filme que é considerado um dos mais importantes do cinema americano de todos os tempos.
MATÉRIA ORIGINALMENTE PUBLICADA NESTE BLOG EM 15/12/2011
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IMAGENS - Cartaz: "O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA"
Nosso filme de hoje , além deles, ainda conta com a participação de outros grandes nomes da época de ouro de Hollywood: James Stewart e Lee Marvin.
"O HOMEM QUE MATOU O FACÍNORA" (de 1962) é considerado um mais densos filmes do cinema americano do gênero.
E, agora, vamos à sua história:
Stewart, um jovem advogado antiviolência (que nem atirar sabe) chega a uma cidadezinha. É assaltado e agredido por um bandido temido pela violência e rapidez no gatilho (Marvin) e jura colocá-lo na cadeia através da Justiça (isso num tempo e lugar em que as coisas eram resolvidas "no muque" e "à bala").
Toda essa situação faz com que ele conheça e faça amizade com Wayne (um grandalhão legal e bom de revólver) e a bela Vera Miles, que passa a ser "disputada" por ambos.
Após rolar muita água , chega-se às ultimas consequências com a marcação e a realização de um "encontro" entre o pistoleiro mau e o pacato advogado (que certamente iria morrer).
E acontece o inimaginável: o doutor vence o duelo, matando o famoso bandidão!!!
Com isso, ganha o coração da mocinha (com quem se casa), sai da cidade e faz carreira política (graças à notoriedade que alcançou com o acontecido).
Muitos anos depois o casal volta à cidadezinha para o funeral do antigo amigo, o grandão John Wayne (lembram-se?). Isso causa estranheza. Porque um importante político se deslocaria até aquele fim de mundo apenas pela morte de um morador desconhecido. Sobre isso ele é questionado pelo jornal da região e tenta se esquivar da resposta. Ante a firme posição do jornalista ele resolve tornar pública uma verdade que o perseguiu por todos esses anos:
No célebre duelo que o tornou homem público de sucesso (governador e senador) o tiro que matou o facínora não foi o dele (que errou, como era de se esperar), mas sim do amigo agora morto (que se posicionou para isso, sem ninguém saber).
Ao terminar a narrativa, pergunta se o jornal publicará a história. . Ante a firme posição do jornalista ele resolve tornar pública uma verdade que o perseguiu por todos esses anos:
Clique aqui para rever postagem da edição especial de Natal: filmes natalinos
DÉCADAS DE 50 E 60 = IMAGENS - Gibi: "GRANDES FIGURAS" (EBAL)
Gibi publicado pela "eterna" EBAL de 1957 a 1961. Trazia biografias em quadrinhos de personalidades da História do Brasil. Era apreciado pelos "viciados em gibi" dos anos 50/60 pois o assunto não era de interesse apenas de estudantes.
DÉCADA DE 60 = IMAGENS - Cartaz de Cinema: "BARBARELLA"-"LADRÃO AVENTUREIRO"-"AO MESTRE COM CARINHO"-"ADVINHE QUEM VEM PARA JANTAR"-"HISTÓRIAS EXTRAORDINÁRIAS"
Para os cinéfilos de antigamente: cartazes de filmes de 1968 estrelados por ícones mundiais do cinema americano e francês.
DÉCADA DE 70 = IMAGENS - Velharia: SAPATO "CAVALO DE AÇO"
Não! Este post não se refere àquela histórica novela que fez muito sucesso em 1973! Recordamos um robusto calçado apelidado de "CAVALO DE AÇO" (influência da trama da Globo) com salto plataforma e solado grosso. Formava junto com a calça "boca de sino" uma dupla que era o "tchan" anos 70. Haviam versões masculina e feminina.
DÉCADA DE 80 = IMAGENS - Velharia: AUTO RÁDIO E TOCA FITAS "CCE CM 360"
Este que mostramos é de 1986. Alguns de seus recursos:
AM/FM ESTÉREO - DIAL COM ILUMINAÇÃO EM 2 CORES - FUNÇÃO LOUDNESS - 40 WATTS
DÉCADA DE 80 = IMAGENS - Velharia: CÂMERA ANALÓGICA "FOCAL"
Esta câmera fotográfica 35mf era popular nos anos 80 pelo fácil manuseio ("aponte e dispare") e baixo custo. A analógica "FOCAL" (não só ela!) perdeu mercado com o surgimento da fotografia digital no início dos anos 2000.
Chegou por estas bandas nos anos 80 importada do Japão e, na década seguinte, começou a ser produzida no Brasil. Usava filme 35mm e duas pilhas alcalinas.
quinta-feira, 30 de abril de 2026
DÉCADA DE 60 = IMAGENS - Anúncio: "VASCONCELÂNDIA"
Através destes anúncios recordamos um evento dos anos 60 que, infelizmente, não teve um final feliz: um gigantesco centro de diversões e turismo (estilo Disneylândia), em Guarulhos-SP, denominado "VASCONCELÂNDIA". Era o sonho do extraordinário comediante JOSÉ VASCONCELOS.
Tudo começou em 1966 com a criação de uma empresa para gerir a construção/administração do megaparque. O grande ZÉ lutou (e usou suas economias) até os anos 80 quando tudo foi paralisado por falta de apoio financeiro. Hoje o local está em ruínas!
DÉCADA DE 50 = IMAGENS - Revista: "GRANDE HOTEL" (fotonovela)
MATÉRIA ORIGINALMENTE PUBLICADA EM 30/01/2013
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IMAGENS - Revista: "GRANDE HOTEL"
| ANOS 50 |
| 1953 |
| ANOS 50 |
| ANOS 50 |
A fotonovela era vista com preconceito (considerada literatura menor) que se destinava a mulheres de pouca cultura e recursos (o gibi também era mal visto pelos "entendidos").
Os italianos foram os primeiros a explorar esse filão (década de 40) que chegou ao Brasil no início dos anos 50 por esta revista "Grande Hotel", criada pela Editora Vecchi em 1947.
| 1959 |
Mas não tinha apenas quadrinhos (de desenhos e fotografias em preto e branco) de histórias românticas. Fez escola com seu leque de assuntos femininos, como culinária, moda, fotos e informações sobre artistas de rádio e cinema (geralmente americanos), letra de músicas de sucesso, contos de amor, etc.
| ANOS 50 |
| ANOS 50 |
Alem das histórias completas, as leitoras eram "amarradas" com aquelas que continuavam no "próximo número".
| ANOS 50 |
Capítulo à parte merecem as históricas cenas da quarta capa de "Grande Hotel". Verdadeiras telas de pintura que retratavam, com muito realismo, situações dramáticas ou inusitadas (com final feliz). No rodapé constava uma descrição do contecido.
Na postagem seguinte mostramos algumas dessas "telas" e suas expressivas ilustrações coloridas.





































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