quarta-feira, 30 de julho de 2014

IMAGENS - Programa de TV: "OS FLINTSTONES"

Nosso PROGRAMA DE TV de hoje relembra um desenho animado americano que foi exibido pela primeira vez em 1960 e depois se espalhou pelo mundo (inclusive aqui).
Estamos falando de "OS FLINTSTONES", dos estúdios Hanna-Barbera (de "Tom & Jerry" e muitas outras animações de sucesso), que retrata o dia a dia de uma simpática família de classe média na Idade da Pedra!

ANÚNCIO DE 22.01.1962 (EM JORNAL PAULISTA) 


Durou 6 temporadas (1960/1966) e tinha como "protagonistas" a família "Flintstones" (de FRED, WILMA e a filhinha PEDRITA) e a família vizinha "Rubbles" (de Barney, Betty e o filhinho BAM BAM).

1962


Essa turma chegou ao Brasil em 1962, através do Canal 4 (TUPI-SP). Bem depois, foi para o Canal 9 (EXCELSIOR-SP).
A grande atriz global LAURA CARDOSO dublou a personagem Betty durante um tempo.


FAMÍLIA "FLINTSTONES"
FAMÍLIA "RUBBLES"

Clique na telinha abaixo para rever FRED e BARNEY (e suas digníssimas e esforçadas esposas).
E atentem para uma curiosidade:

ESTE FILMINHO É UMA PROPAGANDA QUE PASSAVA EM 1960 E 1961 NA TV AMERICANA, NOS INTERVALOS DA EXIBIÇÃO DAS DUAS PRIMEIRAS TEMPORADAS DO DESENHO.

NÃO ESTRANHE O PRODUTO QUE NOSSOS AMIGUINHOS ANUNCIAVAM. É QUE NESSES DOIS ANOS INICIAIS "OS FLINTSTONES" NÃO ERA UM PROGRAMA INFANTIL (LÁ), MAS DIRIGIDA AO PÚBLICO ADULTO! E O PATROCINADOR ERA O FABRICANTE DO PRODUTO!
Atenção! Assistam até o fim: a animação termina com Fred e Wilma,  dentro de casa, "usufruindo" do produto anunciado.




Mais "Programa de TV" AQUI.

2 comentários:

Anônimo disse...

O mais curioso sobre a "curiosidade" final, é o fato de quem redigiu o texto, ao se referir a propaganda, não menciona a palavra cigarro (no lugar disso usa a palavra produto), como se cigarro fosse um palavrão.

"blcamargo" disse...

A ideia de propaganda de cigarro em programa infantil (mormente desenho) é tão absurda, hoje, que não quisemos
"estragar" a surpresa reservada aos leitores que assistissem ao filminho.A palavra cigarro não foi utilizada tão-somente por isso. Nada de filosófico,de politicamente correto ou transcendental. Fácil, não?
A Redação